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Saúde - Quinta-feira, 26 de Outubro de 2023

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Guaíra recebe prêmio de prevenção a transmissão vertical da sífilis

Guaíra foi agraciada com o Prêmio Luiza Matida - 5ª edição - Transmissão Vertical de Sífilis, em reconhecimento ao trabalho realizado para eliminar a transmissão da doença de mãe para filho


Guaíra recebe prêmio de prevenção a transmissão vertical da sífilis

Na quarta-feira, dia 25 de outubro, a enfermeira, Ana Carolina Mizumoto Minoda de Oliveira, do setor de Vigilância Epidemiológica do Município de Guaíra, participou da 8ª Semana Paulista de Mobilização contra a Sífilis e Sífilis Congênita, realizada em São Paulo.

Durante o evento, Guaíra foi agraciada com o Prêmio Luiza Matida - 5ª edição - Transmissão Vertical de Sífilis, em reconhecimento ao trabalho realizado para eliminar a transmissão da doença de mãe para filho.

A Semana Paulista de Mobilização contra a Sífilis e Sífilis Congênita tem como objetivo discutir os desafios enfrentados no combate à sífilis congênita como um problema de saúde pública no estado de São Paulo. Além disso, busca apresentar experiências bem-sucedidas que visam à eliminação dessa doença.

A transmissão vertical da sífilis, ou seja, a contaminação passada de mãe para filho, é um grave problema de saúde pública. Por isso, é fundamental que sejam desenvolvidas ações efetivas para combatê-la. O município de Guaíra se destacou nesse aspecto, recebendo o Prêmio Luiza Matida 2023 - 5ª edição - Transmissão Vertical de Sífilis.

Esse reconhecimento é resultado do trabalho dedicado e eficiente das equipes de saúde de Guaíra, que se empenharam em eliminar a transmissão vertical da sífilis. O Prêmio Luiza Matida é uma iniciativa do Programa Estadual DST/Aids-SP e presta homenagem à médica pediatra e sanitarista Luiza Harunari Matida, que faleceu em 2014. Durante vinte anos, Luiza Matida trabalhou no Centro de Referência e Treinamento DST/AIDS-SP da Secretaria de Estado da Saúde, onde elaborou políticas públicas e implementou ações que contribuíram significativamente para o controle da sífilis e a redução dos casos no Estado de São Paulo.

A premiação recebida por Guaíra é um reconhecimento não apenas ao município, mas também a todos os profissionais de saúde envolvidos nessa luta contra a transmissão vertical da sífilis. A dedicação e o bom trabalho desenvolvidos pelas equipes da saúde são fundamentais para alcançar resultados positivos e melhorar a saúde da população.

É importante ressaltar que a sífilis congênita é uma doença evitável e tratável.

Sífilis Congênita

É uma doença transmitida da mãe com sífilis não tratada ou tratada de forma não adequada para criança durante a gestação (transmissão vertical). Por isso, é importante fazer o teste para detectar a sífilis durante o pré-natal e, quando o resultado for positivo (reagente), tratar corretamente a mulher e sua parceria sexual, para evitar a transmissão.

Recomenda-se que a gestante seja testada pelo menos em três momentos:

•   Primeiro trimestre de gestação;

•   Terceiro trimestre de gestação;

•   Momento do parto ou em casos de aborto.

 

SINAIS E SINTOMAS

A maior parte dos bebês com sífilis congênita não apresentam sintomas ao nascimento. No entanto, as manifestações clínicas podem surgir nos primeiros três meses, durante ou após os dois anos de vida da criança. São complicações da doença: abortamento espontâneo, parto prematuro, malformação do feto, surdez, cegueira, alterações ósseas, deficiência mental e/ou morte ao nascer.

CUIDADOS COM A CRIANÇA EXPOSTA

Todas as crianças expostas à sífilis de mães que não foram tratadas, ou que receberam tratamento não adequado, são submetidas a diversas intervenções, que incluem: coleta de amostras de sangue, avaliação neurológica (incluindo punção lombar), raio-X de ossos longos, avaliação oftalmológica e audiológica. Muitas vezes há necessidade de internação hospitalar prolongada.

As crianças expostas à sífilis de mães que foram adequadamente tratadas durante a gestação também devem ser cuidadosamente avaliadas, para descartar a possibilidade de sífilis congênita.

A investigação de sífilis congênita deve acontecer na hora do parto, mas também no acompanhamento dessas crianças nas consultas, com realização de testes.


 

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